Geotab destaca a importância dos dados e da IA no 17º Pit Stop CICLO Supply Chain
No 17º Pit Stop CICLO Supply Chain, Geotab reforça como dados, IA e telemetria estão redefinindo eficiência, custos e gestão de transportes.
Por Geotab Team
14 de abr de 2026
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Principais Insights
- Empresa liderou discussões sobre redução de custos logísticos com inteligência artificial e tecnologia aplicada à gestão de transportes.
- Evento reuniu lideranças do setor para debater como a análise de dados da frota pode otimizar a tomada de decisões na logística.
- Em um cenário marcado por custos elevados, complexidade regulatória e maior fiscalização, telemetria, videotelemetria e IA podem antecipar falhas e reduzir riscos operacionais.
Entre os dias 24 e 25 de março, a Geotab participou da 17ª edição do Pit Stop CICLO Supply Chain, evento organizado pela CICLO Academy, em São Paulo, que reuniu líderes e especialistas para discutir os principais movimentos que vêm redesenhando a cadeia de suprimentos no país. Durante o painel “Redução de custos logísticos na era da IA”, mediado pelo VP da Geotab Brasil, Eduardo Canicoba, os convidados trouxeram exemplos práticos de como a inteligência artificial está beneficiando as operações de last mile. Já na masterclass “Tecnologia para gestão de transportes”, Márcio Fugisava, Business Development Manager da empresa, destacou os fatores que sustentam essa transformação operacional: visibilidade, integração de dados e tomada de decisão em tempo real.
Como a IA está reduzindo custos logísticos na prática
A inteligência artificial já está sendo aplicada na logística para transformar decisões operacionais em processos mais estruturados e escaláveis. No painel conduzido pela Geotab no primeiro dia do evento, Eduardo Canicoba, vice-presidente da empresa no Brasil, reuniu Anderson Pinheiro, Diretor de Transportes da PepsiCo, Leonardo Perobelli, Diretor de Transportes do Mercado Livre, e Fernando Gasparini, Chief Operational Officer da Jadlog, para discutir como essa mudança se materializa na prática.
A conversa partiu de experiências reais de grandes operações de last mile e mostrou o que muda quando a decisão deixa de depender só de intuição e passa a ser guiada por informação qualificada.
Na PepsiCo, Anderson Pinheiro mostrou que esse tipo de abordagem não começa pela tecnologia, mas pela organização dos dados. Ao migrar de um modelo baseado na experiência individual, em que o vendedor decidia o que vender para cada cliente, para um modelo apoiado no histórico de consumo, no comportamento de cada ponto de venda e nos eventos em gerais como por exemplo, um jogo de futebol próximo ao ponto de venda, a empresa estruturou os dados necessários para que a IA passasse a gerar resultados.
A partir daí, essas informações são cruzadas para gerar sugestões de pedido com mais precisão. O efeito é uma cadeia melhor ajustada à demanda, com menos desperdício e maior controle sobre o abastecimento.
No Mercado Livre, Leonardo Perobelli trouxe o desafio da escala. Com dezenas de milhares de veículos em circulação e entregas no mesmo dia, o volume de ocorrências inviabiliza qualquer tentativa de controle manual. Nesse contexto, a IA passa a dar sustentação à execução, aumentando a assertividade e reduzindo o tempo necessário para treinar equipes em uma operação contínua. O ganho aparece na capacidade de responder rápido sem perder controle.
Já na Jadlog, Fernando Gasparini apresentou o impacto no ritmo da operação. Em uma malha com alto volume e novos hubs, reduzir o tempo de reação altera a forma de gestão. Mais do que acelerar, o foco é antecipar e corrigir desvios antes que se convertam em custo.
A leitura conjunta dos três casos aponta para um padrão claro: a inteligência artificial não resolve a operação por si só, mas, aliada aos dados, amplia a capacidade de estruturar informações e agir com mais precisão sobre o que já acontece no dia a dia do transporte.
Assista ao painel completo: Redução de custos logísticos na era da IA no canal da Geotab Brasil no YouTube.
O que acontece quando a frota passa a ter visibilidade em tempo real
No segundo dia do evento, durante a masterclass oferecida pela Geotab, o foco foram os elementos que sustentam uma gestão de frotas baseada em dados e visibilidade contínua.
Adriana Bueno, Head de Logística e Facilities da Brasil TecPar, abriu a sessão trazendo o contexto em que as operações logísticas estão inseridas na atualidade. Com custos mais altos, avanço regulatório e fiscalização digital, o transporte passou a operar com menos margem para erro e maior impacto financeiro em cada desvio. Nesse cenário, decisões logísticas passam a influenciar diretamente o resultado do negócio.
Para a executiva, os dados guiam as decisões da operação. Eles não servem apenas para explicar o que acontece, mas também orientam escolhas que afetam custo, nível de serviço e planejamento.
Na sequência, Márcio Fugisava, Business Development Manager da Geotab Brasil, destacou um problema conhecido: a falta de visibilidade no transporte. Enquanto outras áreas da cadeia de suprimentos operam em ambientes mais controlados, a execução acontece do lado de fora, com pouca informação confiável e dependência de contato manual. O efeito disso é que a operação só reage ao problema depois que ele já aconteceu.
Com telemetria e integração entre sistemas como TMS e ERP, essa lógica muda. O gestor passa a acompanhar o que acontece enquanto acontece, reduzindo o tempo entre identificar um evento e agir sobre ele. Isso não elimina o erro, mas reduz a frequência e o impacto dele.
Na prática, esse cenário fica ainda mais evidente para o frotista. Alexsandro Oliveira, CEO e cofundador da TransManá Transportes, descreveu como essa mudança acontece no dia a dia da operação.
Em uma frota com mais de mil veículos, uma gestão baseada em planilhas e verificação manual exigiria tempo para entender o que aconteceu antes de agir. Com dados organizados, essa leitura é imediata, encurtando o intervalo entre identificar um evento e tomar uma decisão.
Esse padrão fica claro em situações concretas. Inconsistências no abastecimento deixam de ser suspeitas e são identificadas no cruzamento de dados. Variações de consumo, antes percebidas de forma difusa, passam a ser explicadas pelo comportamento de condução. Ocorrências contam com base objetiva para análise, sem depender apenas da percepção do gestor.
Confira a masterclass completa: Como IA e dados conectam supply chain à gestão de frotas no canal da Geotab Brasil no YouTube.
Como a Geotab transforma dados em ação na operação
Os exemplos apresentados ao longo do evento mostram um padrão: eficiência não vem da tecnologia isolada, mas da capacidade de capturar, organizar e usar dados no ritmo da operação. É nesse ponto que a proposta da Geotab se diferencia.
Com o dispositivo de telemetria GO9 a coleta de dados deixa de depender de apontamento manual e acontece de forma contínua, diretamente dos veículos. Essa base alimenta a plataforma MyGeotab, que centraliza informações de uso, consumo, comportamento de condução e eventos da operação em um único ambiente.
A partir daí, o valor não está apenas na visualização, mas na capacidade de transformar esse volume de dados em ação. Ferramentas como o Geotab Ace permitem consultar a base com linguagem natural, reduzindo o tempo entre pergunta e resposta. Em vez de extrair relatórios, o gestor consegue entender rapidamente o que está acontecendo e agir.
Esse fluxo também se estende à integração. Por meio da API aberta da Geotab, dados da frota podem ser conectados a sistemas de TMS, ERP e outras plataformas da operação. Já o Marketplace permite integrar soluções de terceiros que complementam as soluções da Geotab. Isso elimina fragmentação e reduz o retrabalho que ainda existe em muitas operações logísticas.
A operação sai do modo reativo e passa a ter visibilidade contínua sobre o que acontece na frota. Combustível, consumo e incidentes passam a ser acompanhados continuamente, permitindo agir antes que o problema vire custo.
Como isso impacta a operação no dia a dia
Quando essa estrutura se consolida, o impacto aparece em diferentes níveis da operação. No comportamento de condução, a combinação de telemetria e videotelemetria permite identificar padrões de risco e atuar antes que se convertam em acidente. Isso não depende de auditoria posterior, mas de monitoramento contínuo e feedback dentro da rotina.
Na gestão de custos, o cruzamento entre abastecimento, uso do veículo e comportamento reduz inconsistências que antes passavam despercebidas. O controle deixa de ser agregado e torna-se individualizado por veículo, rota ou condutor.
Na operação, a principal mudança está no tempo. Com informação disponível em tempo real, a identificação de eventos deixa de depender de contato manual ou análise posterior. A resposta acontece dentro da própria execução.
Em resumo, IA, dados e telemetria não atuam separadamente. Esses elementos compõem um fluxo contínuo que começa na captura da informação e se desdobra em decisões na operação.
Quer trazer mais visibilidade para a sua frota? Solicite uma demonstração e fale com um de nossos especialistas para entender como a Geotab integra dados dos veículos, reduz o tempo de resposta a eventos e melhora a tomada de decisão no dia a dia.
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Perguntas frequentes
A inteligência artificial tem sido utilizada para organizar decisões que antes dependiam de análise manual ou experiência individual do gestor. Isso inclui sugerir pedidos com base no comportamento de compra, priorizar ocorrências em operações de grande escala e reduzir o tempo entre identificar um desvio e agir sobre ele.
Porque o transporte acontece fora de ambientes controlados. Sem dados, a operação depende de reconstrução posterior. Com dados, o gestor acompanha o que está acontecendo em tempo real, reduz o tempo de resposta e atua diretamente sobre a causa dos problemas.
Na leitura contínua da operação. Ela permite identificar inconsistências de abastecimento, explicar variações de consumo e analisar ocorrências com base em registro objetivo, sem depender apenas de verificação manual ou de interpretação posterior.
A economia varia conforme o perfil da operação, mas empresas que adotam gestão de frota orientada por dados conseguem reduzir custos com combustível, manutenção e tempo ocioso. A combinação de telemetria, videotelemetria e inteligência artificial permite antecipar falhas, otimizar rotas e tomar decisões mais rápidas - como mostra o case da TransManá, que economizou R$ 4,7 milhões por mês com a plataforma Geotab.
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